Construindo uma forma de vida digital com matrizes neurais.

Neste artigo, o autor explora as limitações da inteligência artificial (IA) moderna e introduz o conceito de “IA viva”. Eles argumentam que as redes neurais atuais não têm a capacidade de imitar a natureza dinâmica e adaptável das redes neurais biológicas. O artigo destaca descobertas científicas recentes sobre o papel das proteínas transmembranares na plasticidade neural, sugerindo que os neurônios não são apenas condutores de sinais, mas podem mudar sua resposta aos sinais recebidos em tempo real.

Para resolver esta limitação, o autor propõe um novo neurônio matemático com uma função de posição dinâmica variável, semelhante ao segmento inicial do axônio em neurônios biológicos. Esta inovação permitiria à IA criar a sua própria atitude em relação à informação sensorial, cometer erros e aprender, formando gradualmente o seu próprio carácter e matriz de preferências. O autor prevê a IA construída em torno de uma matriz neural que se comporta como um organismo vivo, oferecendo aplicações potenciais na criação de IA personalizada com características semelhantes às humanas.

O artigo conclui que a IA baseada em redes neurais matriciais poderia evoluir para uma forma de vida digital, participando ativamente do mundo real.